Tempestade Kristin em Portugal: como proteger a sua casa e o seu automóvel e como o seguro pode ajudar
Portugal está a viver um episódio de mau tempo intenso, com chuva forte, vento muito violento e agitação marítima significativa.

Estas tempestades trazem riscos reais para habitações, viaturas e património das famílias. Perceber como proteger o que é mais importante — e como o seguro pode ser um parceiro nestes momentos — não é apenas útil, é necessário.

Nos últimos dias, um sistema depressivo poderoso tem trazido condições meteorológicas adversas em grande parte do território. Ventos que chegaram aos 140 km/h em zonas expostas, precipitação intensa e ondas elevadas junto ao litoral aumentam o risco de danos materiais e de queda de árvores. Perante isto, falar de preparação e reação consciente faz todo o sentido.

 

Tempestade Kristin e a depressão que se seguiu

A depressão Kristin chegou a Portugal no final de 27 e início de 28 de janeiro, trazendo ventos fortes, chuva persistente, agitação marítima e mesmo queda de neve em algumas zonas mais altas.

Esta depressão sucedeu a outras que já tinham afetado o país, num padrão de instabilidade que os meteorologistas apelidam de sequência de sistemas depressivos, com impactos acumulados no território e risco prolongado de fenómenos adversos e até queda de neve em Monchique, no Algarve (!).

De acordo com as previsões mais recentes, os efeitos mais intensos da Tempestade Kristin já começaram a diminuir à medida que o centro da depressão se desloca para Espanha, mas ainda são esperados períodos de vento, chuva e agitação marítima nas próximas horas/dias — sobretudo em zonas mais expostas.

Isto significa que, mesmo após a passagem principal, é prudente manter cuidados de prevenção (verificações de estruturas, limpeza de caleiras, revisão de coberturas) e estar atento às atualizações dos serviços meteorológicos.

 

Riscos mais comuns em períodos de tempestade

Quando as tempestades atingem território nacional, tendem a materializar-se em algumas situações:

• Infiltrações e humidade nas habitações, especialmente em coberturas, janelas e paredes com fissuras;
• Danos à estrutura do imóvel, como telhas deslocadas, chapas soltas ou estores danificados pelo vento;
• Queda de árvores ou objetos sobre automóveis, resultando em amolgadelas, quebra de vidros ou outros danos;
• Cheias e trânsito intermitente, com impacto direto na mobilidade e segurança nas deslocações.

Estes são riscos que não escolhem hora nem lugar — e por isso a prevenção conta tanto quanto a capacidade de resposta quando as coisas acontecem.

 

Como a sua habitação pode estar protegida

O Seguro Multirriscos Habitação tem um papel crucial nestes cenários. Saber o que a sua apólice cobre ajuda-o(a) a tomar decisões mais informadas:

•  Cobertura de tempestade e vento: normalmente incluída nas apólices base, protege contra estragos causados por vento forte e chuva associada, desde que devidamente comprovados;
• Danos por água: infiltrações graves resultantes de tempestade podem estar contempladas quando derivam de eventos súbitos;
• Queda de árvores ou colunas externas: algumas apólices incluem este tipo de garantia, dependendo das condições contratuais.

Importa realçar que cada apólice tem os seus termos, e ajustá-la à sua realidade (ex.: reforço de coberturas) pode fazer a diferença num momento de sinistro.

 

E o seu automóvel?

A tempestade pode surpreender-nos com queda de ramos, objetos projetados ou água nas vias públicas. As coberturas que o seu Seguro Automóvel pode oferecer incluem:

• Danos próprios por fenómenos naturais: se contratados, protegem a viatura de danos causados diretamente pela tempestade;
• Danos por quebra de vidro: um ramo de árvore que estilhaça um para-brisas é um exemplo clássico desta garantia;
• Assistência em viagem: muitos seguros incluem assistência que facilita a sua mobilidade após um sinistro.

Verifique as garantias contratadas e considere reforçá-las se a sua zona for especialmente exposta a fenómenos meteorológicos fortes. Mais vale prevenir…

 

O que fazer se for afetado por danos

Se, apesar de todas as precauções que possa tomar, surgir um dano, aqui vai um guia prático para agir com eficácia:

• Priorize a segurança: afaste-se de zonas perigosas; não tente reparar em alturas de vento forte ou chuva intensa.
• Documente os danos: fotografias e registos cronológicos ajudam o processo de análise por parte da seguradora.
• Minimize prejuízos adicionais: quando possível e sem risco, tome medidas temporárias que evitem agravamento (ex.: cobrir uma janela danificada).
• Contacte a SABSEG: nós acompanhamos a participação de sinistro e ajudamos a agilizar o processo com a seguradora.

 

Prevenção e cultura de risco

A melhor resposta ao risco meteorológico começa antes da tempestade. Criar hábitos de verificação de coberturas, manter uma lista de contactos de assistência e revisar regularmente a sua apólice são práticas que se traduzem em maior tranquilidade e melhores resultados quando o inesperado acontece.

 

Conclusão

Perante uma tempestade como a que Portugal está a atravessar, a palavra de ordem é: preparar, proteger e saber o que o seu seguro cobre. A SABSEG está ao seu lado para explicar, orientar e, quando necessário, acompanhar cada passo do processo de sinistro ou de reforço de cobertura.

 

 

FAQs – Perguntas Frequentes sobre tempestades e seguros

1) Os danos causados por tempestades como a Kristin estão cobertos pelo seguro? – Depende dos riscos contratados na sua apólice — por exemplo, cobertura de tempestade/vento ou danos por fenómenos naturais. É importante verificar o que está efetivamente incluído e se é necessário reforçar garantias.

2) Se a chuva forte causar infiltrações na minha casa, o seguro cobre?- Infiltrações resultantes de eventos súbitos e comprováveis podem estar cobertas, mas é preciso confirmar os termos da sua apólice e exclusões específicas.

 3) Se uma árvore cair sobre o meu carro durante a tempestade, o que acontece? – Se a sua apólice automóvel tiver cobertura para danos próprios por fenómenos naturais, esse tipo de dano geralmente está incluído — incluindo danos por quebra de vidro.

4) Posso reportar um sinistro dias depois da tempestade? – Sim. Muitos danos só se tornam visíveis horas ou dias depois. Documente com fotografias e comunique assim que possível à seguradora.

5) É útil rever a minha apólice após estes episódios meteorológicos? – Sim — períodos de instabilidade extrema mostram a importância de ajustar coberturas às necessidades reais da sua habitação e automóvel.

 

O Futuro é com a SABSEG.

 

 

Todos os esforços neste artigo foram feitos para fornecer informações corretas e claras neste documento.
A SABSEG não é responsável pelas consequências de quaisquer atos ou decisões tomadas com base exclusivamente nas informações aqui contidas.
A SABSEG não tem a intenção de fornecer aconselhamento através deste documento, tratando-se apenas de um artigo informativo.