Burnout: quando a vida parar custa dinheiro (e tempo)
O burnout é um estado de exaustão física e emocional causado, muitas vezes, pelo stress e pressão do dia a dia. A intervenção rápida e o acompanhamento profissional são essenciais para evitar o agravamento da situação.

O Burnout é apontado como uma doença típica do século XXI e é ligada, em vários casos, a graves questões familiares, incidentes traumáticos ou até questões de trabalho. Um estado que afeta psicologicamente as pessoas e, por inerência, quem vive com elas, sejam cônjuge ou filhos.

Um estado de burnout exige uma intervenção imediata de psicólogo e, em alguns casos, de psiquiatra e tratamento especializado, sob pena de uma evolução não desejada para uma depressão. O Serviço Nacional de Saúde (SNS) deveria ser a melhor opção para este tipo de situações, mas a demora na marcação de consultas pode não ajudar e até piorar a situação.

A importância de ter um Seguro de Saúde é premente quando se trata de acompanhamento urgente, numa doença muitas vezes silenciosa e que nos pode causar vários danos no quotidiano. Um ambiente de trabalho tóxico, um desequilíbrio entre a vida pessoal e a parte profissional, o excesso de trabalho ou a pressão constante, por exemplo, são situações que podem conduzir a um burnout. Na SABSEG tiramos todas as dúvidas que possa ter em relação a este tema.

Quais são os principais sintomas de burnout?

  • Distanciamento em relação à profissão, traduzida em indiferença ou perda de motivação para ir trabalhar todos os dias;
  • uma baixa de produtividade, refletida no emprego;
  • sensação constante de cansaço e falta de energia;
  • possibilidade forte de ter problemas de sono;
  • irritabilidade, ansiedade ou tristeza;
  • sensação de fadiga crónica ou cansaço extremo;
  • quebra de desempenho profissional.

Como prevenir um burnout ou perceber o que pode vir a acontecer?

  • Melhorar a organização do seu tempo;
  • estabelecer limites no local de trabalho, fazendo pausas “obrigatórias”;
  • praticar exercício, yoga ou pilates, atividades relaxantes, que podem ser importantes;
  • procurar apoio profissional quando sentir que é necessário;
  • ter um seguro de saúde que lhe permita avançar para a consulta, sem ter de esperar uma “eternidade” pelo SNS.

É mesmo importante ter um seguro de saúde?

Sim, na medida em que o acesso a profissionais de saúde torna-se mais simples e rápido, com a existência de um Seguro de Saúde. Este é daqueles casos em que pode compensar uma aposta mais robusta na sua apólice. Quanto mais cedo for diagnosticada uma situação destas, melhor será a resposta e menor será o estado de agravamento do seu estado de saúde.

Além do mais, estes são tratamentos que podem ter elevados custos e, nessa altura, será importante para si, ter um seguro que o possa apoiar no campo financeiro.

Todos os seguros oferecem coberturas para saúde mental?

Não. À semelhança do que acontece com outros ramos, também a saúde obriga a determinadas especificidades, dependendo da apólice que escolher. Se optar por um seguro mais acessível, este certamente não oferece consultas de saúde mental – analise o que pretende e lembre-se que, as escolhas do futuro, podem não ser as atuais. Em caso de dúvida, informe-se junto da SABSEG .

 

FAQ’S :

1) Um seguro de saúde mais completo inclui saúde mental? – Em princípio, sim. Existem três cenários mais comuns na subscrição de um seguro de saúde: o primeiro não contempla saúde mental, por se tratar de um seguro mais acessível e com coberturas básicas; depois existe um intermédio que pode ter limites neste tipo de cobertura (e podem ser baixos); e, por fim, um seguro mais completo, mais dispendioso, mas que previne este tipo de acompanhamento, se for preciso.

2) Se o burnout for causado por questões profissionais, a empresa não tem obrigação de ajudar? –  Não. O burnout é uma doença mental, sempre difícil de identificar a causa. O trabalhador pode alegar exaustão e pressão no trabalho, mas nada garante que o equilíbrio da vida familiar não esteja colocado em causa e possa ter estado na base de uma situação menos confortável.

3) Vale mesmo a pena subscrever esta cobertura extra? – Mais do que um extra, deve ser visto como uma aposta em si. Pense que o que precisa hoje, pode não ser o que necessita amanhã. Depois de diagnosticado, será muito difícil ter comparticipação para este caso. Avalie os prós e contras. Em caso de dúvida, a SABSEG está aqui para ajudar.

 

O Futuro é com a SABSEG.

 

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