A sustentabilidade, as obrigações e as empresas. Agir, prevenir e precaver. 
Os problemas ambientais, a crise de recursos e escassez de bens são tópicos que já fazem parte da agenda pública há bastante tempo. As consequências mais severas têm trazido maior urgência na resolução deste problema, as mudanças climáticas, a poluição do ar, solos e água, a extinção e diminuição de espécies dentro de muitas outras […]

Os problemas ambientais, a crise de recursos e escassez de bens são tópicos que já fazem parte da agenda pública há bastante tempo.

As consequências mais severas têm trazido maior urgência na resolução deste problema, as mudanças climáticas, a poluição do ar, solos e água, a extinção e diminuição de espécies dentro de muitas outras repercussões.

O desenvolvimento e intensificação das indústrias e produções, causados não só pelo aumento da população mundial mas também pelo maior apelo ao consumo, tem trazido consequências para o ambiente que se tem acentuado drasticamente.

O aumento de zonas destinadas a agricultura ou indústria tem tirado lugar a matas e florestas essenciais para o ecossistema onde vivemos.

Outro exemplo é a contaminação de fertilizantes e produtos químicos pelo incorreto despejo dos lixos. Podemos também pensar na falta de água potável que é causada tanto pelo desperdício como pela poluição dos recursos hídricos existentes.

Falamos em consequências para a nossa qualidade de vida, pois esta está diretamente relacionada com o estado do ambiente em que vivemos. A OMS estima que 90% da população respira ar poluído.

Faz parte de todos procurar um modelo sustentável de vida, que passa pela redução de resíduos e pela adoção de medidas que vão ao encontro da economia circular, reduzir, reciclar e reutilizar.

Os problemas ambientais exigem uma resposta individual imediata, mas também exigem uma resposta de agentes com maior impacto, como é o caso das empresas. Tem existido um aumento da legislação que visa proteger o meio ambiente, e promover a preservação de um ecossistema que é propriedade de todos.

O papel ativo, para uma tentativa consciente da redução dos impactos a médio/longo prazo, deve fazer parte da agenda de todas as empresas e indústrias. A adoção de um modelo de negócio sustentável e consciente pode ser a reta de lançamento para novas oportunidades de geração de valor económico.

As alterações podem ter impactos em 3 níveis distintos que podem ser mecanismos bastante atrativos para atingir metas e objetivos empresariais. Por um lado temos o nível organizacional que pode gerar uma alteração da comunicação interna e humanização das políticas e valores, que vai permitir uma maior proximidade entre colaboradores e a marca que representam.

A nível de produção, a adoção de novas medidas pode permitir uma otimização de processos que pode ser sinónimo de um decréscimo nos custos globais.

E, por fim, na relação com os clientes e consumidores no geral, sendo que conseguimos transmitir uma imagem positiva da marca, podendo ser um veículo de diferenciação e aproximação.

Por muito que a consciência ambiental esteja presente na determinação de modelos de ação, há fatores que não são passíveis de serem controlados.

Um seguro de responsabilidade civil ambiental pode ajudar a prevenir o seu negócio e a mostrar que tem a sustentabilidade na agenda da sua empresa, evitando ao mesmo tempo problemas legais.

Este seguro pode cobrir, danos causados às espécies e habitats protegidos, à água e ao solo. Está previsto, legislação nacional, a obrigatoriedade de prevenção e reparação de danos ambientais, sendo o responsável por uma ameaça iminente responsável pela sua reparação ou prevenção.

 

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