A urgência de não deixar nenhuma experiência
Cláudia Matos
Responsável de Protocolos e Afinidades
Os últimos tempos que vivemos de pandemia e, presentemente, a guerra que está tão perto de nós, levou-me e certamente a muitas pessoas, a pensar em como, de repente, podemos perder tudo o que demos como adquirido ao longo da vida. Fez-me pensar que estamos constantemente adiar decisões, a protelar vivenciar novas experiências por acharmos […]

Os últimos tempos que vivemos de pandemia e, presentemente, a guerra que está tão perto de nós, levou-me e certamente a muitas pessoas, a pensar em como, de repente, podemos perder tudo o que demos como adquirido ao longo da vida. Fez-me pensar que estamos constantemente adiar decisões, a protelar vivenciar novas experiências por acharmos que agora não é a altura certa ou porque, simplesmente não temos tempo.

Não pretendo entrar na definição de “altura certa” ou de “ausência de tempo”, dado que são conceitos difíceis de explicar mas, sem dúvida, acho que é importante focarmos no verbo ADIAR.

Tenho pensado, ultimamente, que adiei experimentar algumas coisas pelos motivos que falei acima mas também por receio/medo. Por isso, vou contar um segredo – e não digam a ninguém! –  sempre tive vontade de saltar de paraquedas, sim é verdade! É um sonho que não tem qualquer explicação lógica mas eu acho que tem a ver com aquela sensação de liberdade e adrenalina. É verdade que a ideia do paraquedas não abrir assola o meu pensamento mas, às vezes, temos mesmo que dar um passo em frente e esperar pelo melhor!

Sempre que penso que é um risco (e admito que não tenho muitos apoiantes nesta minha aventura), percebo que corro riscos todos os dias e a toda a hora… a conduzir, a caminhar na rua, a fazer um passeio com os amigos, a trocar uma lâmpada em casa… enfim, os exemplos poderiam ser imensos e, se fizermos um esforço para analisar todos os nossos passos diários, rapidamente constatamos que tenho razão no que estou a dizer.

Não quero que me interpretem mal; estou a falar de um salto do paraquedas  – algo tão trivial  – quando comecei estas linhas a falar de guerra e pandemia. Esta analogia serve unicamente para dizer que não vale a pena estarmos sempre adiar porque, de um momento para o outro, apercebemo-nos que podemos deixar de ter a vida que temos e chegamos à conclusão que o que nos resta, e é verdadeiramente importante, são as “nossas pessoas” e tudo aquilo que vivemos e se tornam nas nossas memórias.

O repto que vos deixo é que quer seja saltar de paraquedas ou qualquer outra coisa que vos faz feliz, não adiem… vivam e construam constantemente novas memórias.

Eu já decidi… vou saltar de paraquedas até ao final do ano! Mesmo com receio! Quero novas memórias! Quero viver!

PS – Admito que apesar de me sentir “valente”, e por “defeito” profissional, acho que é melhor salvaguardar as minhas responsabilidades. Antes de se aventurarem em novas experiências, ponderem o risco que vão correr e se podem minimizar o seu impacto através de alguma proteção. É verdade que, por causa da minha profissão, estou sempre a ponderar se existe algum seguro para me amparar, caso algo corra mal! Nem sempre é possível, mas vale a pena investigar!  Afinal, sempre ouvi dizer “ O seguro morreu de velho”.


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